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Escolhendo o carro pela cor (ou não)

Quando decidi comprar meu primeiro carro já tinha um desejo de consumo em mente, ele seria verde!

Acho demais essa nova moda de carros coloridos, em tons vibrantes. Eles dão um ar alegre no cinza chato de São Paulo.

Bom, depois desse item (suuuper) importante definido, comecei a pesquisar marcas, modelos, preços, itens de série, promoções e outros detalhes. Detalhes estes que me fizeram mudar completamente de plano.

Após os testes drive – não deixem de fazê-los – comecei a me encantar por carros que ainda não tinham chamado minha atenção. Direção elétrica ali, ar-condicionado acolá e comecei a gostar de um pratinha até então sem graça.

Ainda relutante na cor, descobri também que algumas cores tornam os carros ainda mais caros. Além disso, ainda são mais difíceis de revender do que as cores mais tradicionais.

Aí coloquei na balança o preço médio das revisões, a opinião dos amigos que tinham carros parecidos e pronto, algumas pechinchas depois, ganhei até banco especial e película nos vidros. O pratinha sem sal ficou lindo. Um xodó!

Ainda acho bonito quando vejo na rua os carros coloridos. Quem sabe no próximo?

  • Luizcarlos Castro

    Essa é a forma da nova maturidade feminina, sobre um bem de consumo que era a alguns anos atrás, quase que exclusivo dos homens.